A era LinkedIn, matéria de capa da revista Istóé dinheiro, recomendamos fortemente a leitura.

Reportagem escrita pelo repórter Beto Silva, onde entrevista vários funcionários do auto escalão do LinkedIn Brasil.

A maior rede social corporativa do mundo, se torna obrigatória e dispara em meio à pandemia. O networking, em tempos de desemprego, nunca esteve tão valorizado.
No epicentro da pandemia do novo coronavírus. Mas é exatamente nesse vórtice da economia mundial que a plataforma se consolida como obrigatória para trabalhadores e empregadores acompanharem as tendências corporativas. A vocação inicial de ser apenas um espaço de recrutamento está definitivamente para trás. “Nossa missão é conectar profissionais do mundo para torná-los mais competitivos e bem-sucedidos”, afirma Milton Beck, diretor-geral do LinkedIn para o Brasil e a América Latina. “É uma rede de muita abrangência, tanto para proposições dos usuários quanto de empresas.” Ter seu perfil nela tornou-se inevitável a qualquer pessoa, física ou jurídica.
Nesses anos tanto usuários quanto a própria plataforma entenderam que mais que expor currículos o LinkedIn é um ambiente de exposição de marcas – as corporativas e as pessoais – e, consequentemente, um espaço de negócios. Terra fértil. Vale desde o empregado que aplica energia na ampliação do networking publicando conteúdos originais por meio de artigos, postagens de documentos e vídeos, até para a empresa que se posiciona compartilhando dados e informações e, de quebra, divulgando serviços ou produtos. Uma verdadeira vitrine para ver e ser visto. Flavia Gamonar, da divisão de Learning do LinkedIn, diz que é preciso transmitir a mensagem por meio de uso constante e postura. “Sempre levando junto a marca pessoal”, afirma.

CURSOS Há aplicações mais robustas que permitem usar a rede de forma mais proveitosa. Para saber detalhadamente quem visualizou um perfil ou obter contato e conversar com líderes das corporações, a opção do usuário é assinar o Premium. O meio é igualmente importante às corporações, para fazer publicidade mais assertiva, recrutar talentos ou treinar equipes por meio do LinkedIn Learning, que oferece 15 mil cursos em vários idiomas – desde ensinar a usar Excel até como se relacionar com um chefe difícil –, sendo 200 em português.
Também há o LinkedIn Sales Navigator, lançado em 2014, que conecta compradores e vendedores.

ENGAJAMENTO Da mesma forma que o LinkedIn oferece oportunidades, ele também as aproveita. Duas ferramentas foram recentemente lançadas. Uma delas, o Stories, começou pelo Brasil e tem gerado resultados expressivos. A divulgação de conteúdo que permanece 24 horas para visualização já é bastante usada pelos brasileiros em outras redes e também caiu na graça no LinkedIn, para uso mais profissional. Esses tipos de posts mostram em tempo real como está sendo o home office das pessoas, as rotinas, as situações inusitadas encaradas nesta pandemia que alterou os processos tradicionais das corporações. “Brasileiro adora isso”, diz Milton Beck. “Registramos nas nossas métricas uma utilização acima do esperado”, afirma o executivo.

MENOS VAGAS Muitas vagas foram extintas, principalmente nas áreas de turismo, entretenimento e academias, que têm sofrido mais com a paralisação de serviços. Porém, há oportunidades criadas nos setores ligados ao combate direto à Covid-19, como postos de enfermeiros, médicos, backoffice de hospitais, além de serviços essenciais como o de alimentação, com demandas que vão de caixas de supermercado a entregadores de mercadorias e refeições por delivery. Também houve crescimento de vagas para área de tecnologia.

A CARTILHA DO LINKEDIN
Um perfil completo e atualizado pode transmitir confiança e credibilidade. Dentre as principais dicas para usar a rede de forma adequada e em seu máximo potencial, estão:

Fonte: Flavia Gamonar, instrutora do LinkedIn Learning e treinadora corporativa

Fonte: Flavia Gamonar, instrutora do LinkedIn Learning e treinadora corporativa

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